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4/9/2007 Libertação Emocional
“Cura Psíquica com Guias Espirituais” de Diane Stein, Editora Pensamento é um livro bastante interessante para quem busca o equilíbrio dentro de uma uma visão espiritualista neste mundo conturbado que nos encontramos, por ora, mergulhados. No Capítulo 7, “A Libertação Emocional”, ela trata da cura das emoções pelo poder da mente. Discorre q o corpo emocional é um arquivo de sensações e sentimentos, um armazém do passado. As emoções, os sentimentos, as imagens e as impressões da vida atual entram no corpo através do chakra da barriga (gástrico) e aí ficam presos até que sejam libertados. Os que perduram durante muito tempo deslocam-se para a aura do corpo emocional, onde ficam contidos e retidos. Uma situação nova pode evocar uma emoção antiga, muito embora a razão determinante dessa lembrança não seja imediata ou facilmente perceptível. As emoções mais profundamente arraigadas no corpo emocional viram problemas a serem resolvidos nesta vida: se não o forem, integram-se no karma e são carregados para a encarnação seguinte. Continua o tema tratando sobre o perdão q se dá aos outros e a si próprio, como a única atitude p livrar-se de traumas passados, pensamentos e emoções negativas. É preciso decidir deixar o passado para trás e perdoar a todos, nós mesmos inclusive. Talvez vc não saiba como perdoar e talvez não queira perdoar, mas o simples fato de dizer q está disposto a perdoar dá início ao processo de cura. É indispensável à nossa própria cura que deixemos o passado p trás e perdoemos a todos. “Eu te perdôo por não seres como eu queria que fosses. Eu te perdôo e ter liberto”. Eis uma afirmação q nos liberta A aprovação e a aceitação de si mesmo no momento presente são as principais chaves das mudanças positivas em todas as áreas da nossa vida. A seguir, ensina o exercício de libertação abaixo transcrito: ...Relaxe completamente o corpo, faça fluir a energia e convoque seus anjos e guias. Peça para ver as barreiras emocionais que estorvam o seu fluxo energético ou ver os bloqueios que existem em cada um dos chakras. Tome a primeira dessas barreiras e pergunte qual foi a emoção, o trauma ou a pessoa que lhe deu origem. Medite nas respostas. Primeiro ofereça amor à emoção ou à situação; depois, ofereça amor a si mesma. Encha-se de amor e deixe que ele percorra todo o seu corpo. Tente, a seguir, oferecer amor para a emoção, para o trauma e para você mesma. Faça fluir a energia do perdão através de você e através de todas as pessoas que você for capaz de perdoar no momento. A energia pode ser visualizada sob qualquer forma: luz, cor, som, sensação, aroma. Olhe para a pessoa envolvida. Se você não for capaz de oferecer-lhe o seu amor, ofereça-lhe o amor universal. Se não for capaz de perdoá-la, perdoe-se a si mesmo, quer pense que você precisa de perdão, quer não. Volte à emoção, se ainda ela estiver lá. Peça ao seu guia espiritual, ao seu anjo que leve embora a emoção dolorosa e a substitua por alguma coisa positiva para o seu crescimento. Deixe que a emoção vá embora, abra mão dela. A seguir, faça o mesmo com o trauma ou a situação e fique atento ao que aparece no lugar deles. Peça para ser capaz de se desapegar de todas as influências negativas e de todos efeitos prejudiciais deixados na vida por essa pessoa, substituindo-os também por alguma coisa positiva. Peça para se desapegar da pessoa envolvida, se você de sentir pronto para isso. Depois, de novo, encha-se de perdão, aos outros e a si mesmo, ou de amor. Agradeça aos seus guias e volte ao momento presente. Beijos a todos, Cecilia 4/6/2007 MENSAGEM DA RESSURREIÇÃO - Pietro Ubaldi - Páscoa de 1932De além do tempo e do espaço chega minha voz. É uma voz universal que fala ao mundo inteiro e verdadeira permanece através dos tempos. A verdade não pode sofrer mudanças se olhada por esta ou aquela nação, se observada por uma raça ou outra, porque a alma humana é sempre a mesma em toda parte, se examinada em sua profundeza. Venho a vós, na Páscoa, acima de tudo para iluminar e confortar, pois vos achais imersos numa vaga de dores. Crise a denominais e a imaginais crise econômica. Eu, porém, vos digo que se trata de uma crise universal, crise de todos os vossos valores morais, de todas as vossas grandezas. É o desmoronar-se de todo um mundo milenário. Digo-vos que a crise se encontra sobretudo em vossas almas: crise de fé, de orientação, de esperanças. É o vertiginoso momento de grandes mutações. Trago-vos esperança, orientação, paz. A cada um falo hoje a palavra da verdade e do amor, palavra que não mais conheceis. Quero reconduzir-vos às origens milenares da fé com o intelecto novo, nascido de vossa ciência. No dia da Ressurreição, repito-vos a palavra da ressurreição, a fim de que possais compreender a dor e ultrapasseis as estreitas fronteiras de vossa vida. Comovido, falo a cada um no sagrado silêncio de sua consciência. Ó tu que lês, afasta-te, por um momento, dos inúteis ruídos do mundo e escuta! Minha voz não te atingirá através dos sentidos, mas, através desta leitura, senti-la-ás aflorar dentro de ti na linguagem de tua personalidade. Minha voz não chega, como todas as coisas, do exterior; contudo, surgirá em ti, por caminhos desconhecidos, como coisa tua, da divina profundeza que em ti existe e na qual também estou. O universo é infinito e de longe venho, atraído pela tua dor. Nada me atrai tanto como a dor, porque somente nela o homem é grande, e se purifica e redime, dirigindo-se para destinos mais elevados. É triste serdes assim golpeados, mas, somente sofrendo, podeis compreender a realidade da vida. Exulta, porque este é o esforço da tua ressurreição! A quem sofre eu digo: "Coragem! És um decaído que na sombra reconquista a grandeza perdida". É a justa reação da Lei que livremente transgredistes e que exige o retorno ao equilíbrio; instrumento de ascensão, a dor vos aponta o caminho de que fugistes; impõe-vos reabrirdes vossa alma, fechada pelas alegrias fáceis que infelizmente vos cegam, para que alcanceis júbilos mais altos e verdadeiros. A dor é uma força que vos constrange a refletir e a buscar em vós mesmos a verdade esquecida. É imposição de um novo progresso. Abraça com alegria esse grande trabalho que te chama a realizações mais amplas. Se não fosse a dor, quem te forçaria a evolver para formas de vida e de felicidade mais completas? Não te rebeles; pelo contrário, ama a dor. Ela não é uma vingança de Deus e sim o esforço que vos é imposto para mais uma conquista vossa. Não a amaldiçoes, mas apressa-te a pagar o débito contraído pelo abuso da liberdade que Deus te deu para que fosses consciente. Abençoa essa força salutar que, superando as barreiras humanas, sem distinção transpõe todas as portas, penetra o que é secreto, e fere, e comanda, e dispõe, e por todos se faz compreender. Abraça a dor, ama-a, e ela perderá sua força. Aceita a indispensável escola das ascensões. Se te revoltares, tua força nada conseguirá contra um inimigo invisível e a violência, em retorno, mais impetuosamente cairá sobre ti. Coragem! Ama, perdoa e ressuscita! Não procures nos outros a origem de tua dor, mas, sim, em ti mesmo, e arrepende-te. Lembra-te de que a dor não é eterna, porém uma prova que dura até que se esgote a causa que a gerou. Tua dor é avaliada e não irá jamais além de tuas forças. O mundo foi criado para a alegria e a alegria lhe voltará. Da outra margem da vida, outras forças velam por ti e te estendem os braços, mais do que tu ansiosas pela tua felicidade. Falei com o coração ao homem de coração. Falarei agora à inteligência. Tendes, ó homens, a liberdade de vossas ações, nunca a de suas conseqüências. Sois senhores de semear alegria ou dor em vosso caminho, e não o sois de alterar a ordem da vida. Podeis abusar, porém, se abusardes, a dor reprimirá o abuso. De cada um de vossos males, fostes vós mesmos que semeastes as causas. O maior erro de vossos tempos é a ignorância da realidade moral, íntima orientação da personalidade, que é o fundamento da vida social. O homem moderno se aproxima de seu semelhante para tomar-lhe alguma coisa, nunca para beneficiá-lo. A vossa civilização, que é econômica, está baseado no princípio " do ut dês " , que é a psicologia do egoísmo. É a força econômica sempre a reger o mundo. A psicologia coletiva não é senão a soma orgânica dessas psicologias individuais. A riqueza se acumula onde a força a atrai, e não onde a necessidade ou superiores exigências a reclamam; não constitui instrumento de uma vida de justiça e de bem, mas, sim, máquina de poder, representando, em si mesma, um objetivo. A lei de equilíbrio é constantemente violada e impões reações. Não dominais a riqueza, conduzindo-a a fins mais elevados: é a riqueza que vos domina. Trabalhai, mas que o escopo do vosso trabalho não se reduza apenas a proveitos isolados e egoístas, e sim a frutificar no organismo social; somente então se formará aquela psicologia coletiva, que é a única base estável da sociedade humana. Fazei o bem, todavia, lembrai-vos de que o pobre não deseja propriamente o supérfluo de vossas riquezas, mas que desçais até ele, que partilheis de sua dor e, até, que a tomeis para vós, em seu lugar. Venerai o pobre: ele será o rico de amanhã. Apiedai-vos do rico que amanhã será o pobre. Todas as posições tendem a inverter-se a fim de que o equilíbrio permaneça constante. A riqueza tende para a pobreza e a pobreza para a riqueza. Ai daqueles que gozam! Bem-aventurados os que sofrem! Esta é a Lei. Não confieis no mundo, que rirá convosco enquanto tiverdes força e bem-estar; confiai, antes, em mim, que venho quando sofreis e vos trago auxílio e conforto. Já vedes, hoje, que a dor realmente existe e que nem o ceticismo nem qualquer poder humano conseguem afastá-la. Uma radical mudança verificar-se-á na sociedade humana, a fim de que a vida não seja um ato de conquista, onde triunfe o mais forte ou o mais astuto, mas, sim, um ato de bondade e de sabedoria em que seja vitorioso o mais justo. Investigando-as com vossa ciência, achareis no íntimo das coisas essa suprema Lei de equilíbrio que vos governa; aprendereis que a bravura da vida não está em violar essa Lei, semeando para vós mesmos reações de dor, porém, em segui-la, semeando efeitos de bem. Deveis também aprender que o vencedor não é o mais forte — esse é um viola dor — e sim quem segue conscientemente o curso das leis e sem violência se equilibra no seio das forças da vida. As religiões já o revelaram, entretanto, não acreditastes; a ciência o demonstrará, todavia não desejareis ver. O momento é decisivo. Ai de vós se, nesta vitória de civilização material em que viveis, desejardes ainda perseverar no nível do bruto. Está maduro o mundo, mas, ao mesmo tempo, cansado de tentativas e experiências, do irresolúvel emaranhado de vossos expedientes; cansado de viver no momento, em face de um amanhã repleto de incógnitas; e quer seriamente prever e resolver os grandes problemas da vida, quer francamente olhar o futuro, ainda que isso reclame uma grande coragem. O mundo tem necessidade da palavra simples e forte da verdade e não de novas astúcias a rolarem por velhos caminhos. O mundo espera essa palavra com ansiedade, como também a aguarda o momento histórico. A psicologia coletiva tem o pressentimento, embora confuso, de uma grande mudança de direção; sente que o pensamento humano, não mais infantil, apresta-se para tomar as rédeas da vida planetária e que o homem vai substituir o equilíbrio instintivo e cego das leis biológicas por outro equilíbrio, consciente e desejado. Por isso está buscando a luz, para que seu poder não naufrague no caos. Não está longe de desaparecer vossa psicologia experimental, que será substituída pela psicologia intuitiva; esta a muito longe conduzirá vossa ciência. Novos homens divulgarão a verdade; não mais serão mártires cobertos de sangue, nem se assemelharão aos anacoretas de outrora, porém homens de inteligência e de fé, que difundirão seus pensamentos utilizando-se de moderníssimos recursos, homens que servirão de exemplo no meio do turbilhão de vossa vida. Despedaçai a férrea jaula que o passado para vós construiu, e onde já não vos resta espaço. Ousai abandonar os velhos caminhos mas não ouseis loucamente, onde não há razão para ousadias; ousai na direção do alto e nunca ousareis demasiadamente. Do grande mar de forças latentes, que não percebeis, imensa vaga levantará o mundo. Até lá, guardai a fé! A vossa crise, se é profunda e dolorosa, fará, no entanto, nascer o homem novo do terceiro milênio. Para resolvê-la, recordai que ela é mal de substância, que não se debela corrigindo a forma, como procurais fazer. Para solucioná-la é necessário considereis o problema em sua substância; e sua substância é o homem, sua psicologia, sua alma, onde se encontra a motivação de suas ações, a fonte original dos acontecimentos humanos. Eis aí a chave do futuro. Vosso multimilionário ciclo de civilização está a esgotar-se; deveis retomá-lo em nível mais elevado, vivê-lo mais profundamente, não somente crendo, mas, também, " vendo ". Ai de vós se, depois de haverdes atingido o domínio do planeta, não dominardes a máquina, a riqueza e as vossas paixões, com um espírito puro. Sois livres e podeis também retroceder. No período que resta deste século se decidirá do terceiro milênio. Ou vencer, ou morrer: e a morte, desta vez, é a morte pior, porque é morte de espírito. A todos eu digo : " Ressuscitai com a minha ressurreição ". |
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