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6/8/2006 MELHERES CELTAS
MULHERES CELTAS Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor. Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado. Saiba que o corpo é a moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado? Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe. Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você. Jamais permita que paixões desenfreadas transformem você de um mundo real para outro que nunca existiu. Jamais permita que outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo. Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai. Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida. Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la. Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você. Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o
(Recebi por e-mail) 6/4/2006 Poesias de Carolina Montesanti Smilari
Espera Tua pele, teu beijo, teu desejo ficaram marcados em mim E eu não esqueço, Não apago da minha lembrança o viço dos teus lábios, Que macios, iam de encontro aos meus, tão aflitos. E continuo a esperar o que nunca esqueci... Das promessas aos afagos, carinhos, sussurros, Da respiração suave em minha nuca; Dos teus braços envoltos ao meu dorso, trêmulo; Das mãos fortes em meus cabelos; Dos teus olhos atentos aos meus, que me entregavam a ti, E eu era tua, só tua... E um dia, num frescor das doces tardes que passei junto de ti, Pensarás mais uma vez em mim, E eu voltarei a ser tua, só tua. Carolina Montesanti Smilari
Secaram-se as lágrimas Secaram-se as lágrimas, Não quero mais chorar. As lágrimas só me apavoram, Então choro e dói. Não mais alivia, não mais liberta, Sufoca e aperta o peito dormente Em sonhos desmanchados Em gotas d’água Água e sal é o meu pranto, E a mente nefasta faz brincadeiras tortuosas Magoando-me ainda mais. Sou um infante tolo, Esperando o sonho ingênuo Que não chegará. Não sei o que devo fazer, Se devo entregar os pontos, Resistir ainda mais. Será que vale a pena? Poderia entender os seus pensamentos, Mas não consigo colocar em ordem os meus. Sairei à procura de novos caminhos Encontrando mais desenganos Ou ficarei e resistirei ainda mais aos seus caprichos? Secaram-se as lágrimas, O que fazer daqui pra frente? Secaram-se as lagrimas. Carolina Montesanti Smilari
Quando estava vindo
Quando estava vindo, vi você. Atrás, do lado de lá, no fundo, no canto do vazio. Você ia, eu vinha. Eu fui, você fugiu de mim. Carolina Montesanti Smilari |
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