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7/28/2007 Gracias a la vida - Violeta ParraGracias a la vida
Obrigado à vida
Violeta Parra, poetisa chilena, contemporânea, que nos dá uma amostra magistral de um poema no qual conseguiu entrelaçar o canto de amor ao homem amado junto ao canto pela espécie humana e pela vida. As palavras se encontram e se mesclam em uma só intensidade, em um momento de felicidade e exaltação.
Violeta Parra toma da natureza o que a natureza nos deu de mais precioso – os sentidos, e os transforma, os eleva através da beleza da comparação entre a natureza e o homem amado. Violeta Parra nos faz captar o mundo através dos sentidos e depois, com uma sutileza de linguagem, com uma enorme capacidade de representação, ela os transforma, os organiza e nos devolve plenos de matizes através de seu bem-amado. Assim é "Obrigado à vida" (“Gracias a la vida”)
Compõe canções, décimas, música instrumental. É pintora, escultora, bordadeira, ceramista, com "tudo que existe", passando, na medida de seu humor, de uma técnica criativa a outra.
Inaugura o Centro de Arte, grava discos de música instrumental. Viaja à Bolívia, em 1966, onde canta com Gilbert Favré. Também oferece concertos em regiões do sul do Chile, continua gravando acompanhada de seus filhos. Regressa a Santiago para continuar seu trabalho na Carpa, escrevendo ali suas últimas canções, acompanhada do músico uruguaio Alberto Zapicán.
Num país de poetas universais como Neruda, Mistral e Huidobro, Violeta alcança um patamar internacional com textos de origem popular em que não são raras as décimas e as rimas de sabor ingênuo, mas eivados de uma ironia mordaz, de um certo anti-clericalismo e um sentido de protesta visceral. Musa da juventude revolucionária do século passado, continua celebrada por cantores e estudiosos das letras de nosso continente. Sua poesia, aparentemente tão simples, é de difícil tradução por causa das rimas, das expressões telúricas, pelas referências históricas geograficamente confinadas, pelo ritmo musical tão peculiar. Atrevo-me a traduzir um de seus poemas conservando, até onde foi possível, o espírito e a verve da autora.
Violeta Parra suicidou com cinqüenta anos, no dia 5 de fevereiro de 1967. Três anos mais tarde, foi editado o seu livro Décimas, pelo irmão Nicanor.
7/15/2007 SE VOCÊ QUISER CRESCER"O destino destina, e eu faço o resto."
"Caminhante, não há caminho; o caminho se faz ao andar." "Vem vamos embora..., quem sabe faz a hora, não espera acontecer..." "Se você não gosta do que está recebendo, preste atenção no que está emitindo." "Se você continuar fazendo o que sempre fez, continuará obtendo o que sempre obteve." "Para entender o que acontece com você, é necessário perceber as crenças que estão regulando sua vida." "É preciso reconhecer as crenças que estão governando sua vida e mudá-las." "Sinto muito, mas é assim que eu sou... Sempre fui assim... Não vou mudar agora..." é um lema fácil e um auto-engano a que você pode recorrer se não quiser crescer. "O homem é, não o centro estático do mundo - como ele se julgou muito tempo - mas o eixo e flecha da evolução. "Já que não podemos ser Deus, podemos querer ser o melhor de sua criação". |
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