Ceci's profileS A R A S V A T IPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
|
5/23/2008 Kuan Yin - Deusa do Amor e da Compaixão Em sânscrito, Bodhisattva Avalokiteshvara. Em chinês, Kuan-yin Pu-sa e em japonês, Kannon Bosatsu. No Tibet, em forma masculina, recebe o nome de Chenrezig — e de que o Dalai Lama é considerado uma emananção.
Quan Yin, Quan’Am (Vietnã), Kannon (Japão), e Kanin (Bali), ou Kwan Yin.
Kuan Shih Yin Tzu Tsai, significa "a soberana que se preocupa com os sons do mundo". É o Bodhisattwa Celestial da Compaixão, é a Mestra da Hierarquia Divina que trabalha na freqüência da Compaixão e Amor Incondicional. Pode-se descrever Kuan Yin como a personificação da aspecto Yin da Criação; a Mãe Divina que ama incondicionalmente seus filhos, apesar de toda e qualquer falha, sem julgamentos e discriminações. No Ocidente acabou por se tornar conhecida como a Deusa da Misericórdia.
Segundo a tradição, Kuan Yin teria encarnado como a terceira filha de Miao Chuang Wang, identificado como sendo da dinastia Chou, governante de um reino do norte da China, por volta do ano 696 A.C.. De acordo com a lenda, ela se determinara a seguir uma vida religiosa, tendo se recusado a casar, apesar das ordens do seu pai, e das súplicas dos seus amigos. Aí, por ordens do seu pai, foi submetida às mais árduas tarefas, que de forma alguma enfraqueceram o seu zeloso amor por Deus.
Enraivecido pela sua devoção, Miao Chuang Wang (seu pai), ordenou que fosse executada, mas quando a espada a tocou partiu-se em mil pedaços. Seu pai então ordenou que fosse asfixiada, mas quando a sua alma deixou o seu corpo, e desceu até o inferno, transformou-o num paraíso. Transportada numa flor-de-lótus até a Ilha de P'ootoo, próxima a Nimpo, aí viveu durante nove anos, curando os enfermos, e salvando marinheiros do naufrágio.
Certa vez, quando soube que seu pai estava muito doente, cortou um pedaço da carne dos seus braços, e usou-a como um remédio que lhe salvou a vida. Em gratidão, ele ordenou que uma estátua fosse erigida em sua honra, comissionando ao artista que a representasse com 'olhos e braços completamente formados'. Entretanto, o artista compreendeu mal, e até hoje Kuan Yin algumas vezes aparece representada com 'mil braços e mil olhos', sendo capaz, dessa forma, de olhar e cuidar de todo o seu povo.
Kuan Yin fez o voto do bodhisattva, de trabalhar junto às evoluções deste planeta e deste sistema solar para lhes mostrar o caminho dos Ensinamentos dos Mestres Ascensos. Ela diz que enquanto
houver uma única alma sofrendo na Terra, Ela estará presente! Kuan Yin é a hierarca do Templo da Misericórdia, situado no plano etérico sobre a cidade de Pequim, na China, desde onde focaliza a chama da misericórdia e do perdão para os filhos da antiga terra de Chin, e as almas da humanidade.
A chama da misericórdia é o meio pelo qual o Cristo intercede em prol daqueles que não conseguem suportar o impacto total do seu próprio retorno de carma, requerindo, desta forma, um intermediário que se interponha entre a sua criação humana e a Grande Lei.
Num ditado comunicado por intermédio de Elizabeth Clare Prophet, no dia 10 de Abril de 1974, Kuan Yin descreveu a ação da chama da misericórdia que ela personifica: É assim que kuan Yin ensina a humanidade não-ascensa a invocar a lei do perdão, e explica que quando o indivíduo alcança uma certa mestria na Senda, então a lei da misericórdia lhe faz retornar o 'pecado' que fora colocado de lado, de forma que o indivíduo possa experimentar a alegria de equilibrar cada jota e til da energia mal-qualificada, cumprindo, portanto, a lei do seu próprio ser.
Kuan Yin aparece nas nossas vidas para dizer que está na hora de alimentarmos nossos corações com a compaixão. Compaixão pelos outros e também por nós mesmos. Você se importa pelos sentimentos dos outros? Ou não se interessa? O que lhe afasta da compaixão? Você é daquelas pessoas que fere antes de ser ferida? Tem medo de abrir seu coração?
Por seu Amor á humanidade Ela doa sem julgar, e por isso muitos milagres são atribuidos a Ela. Tem especial atenção à mães e crianças, sendo responsável pelo nascimento de inúmeras crianças cujos ventres maternos considerados impossíveis de "dar a luz".
O mantra de Invocação à Kuan Yin é "Om Mani Padmi Hum" : Salve a Jóia na Flôr de Lótus.
(Texto extraído do site http://www.animamundhy.com.br/kuanyin.html)
5/3/2008 Flor de LótusNo dia em que a flor de lótus desabrochou A minha mente vagava, e eu não a percebi. Minha cesta estava vazia e a flor ficou esquecida. Somente agora e novamente, uma tristeza caiu sobre mim. Acordei do meu sonho sentindo o doce rastro De um perfume no vento sul. Essa vaga doçura fez o meu coração doer de saudade. Pareceu-me ser o sopro ardente no verão, procurando completar-se. Eu não sabia então que a flor estava tão perto de mim Que ela era minha, e que essa perfeita doçura Tinha desabrochado no fundo do meu coração. Rabindranath Tagore 4/10/2008 Falando sobre Poesias Místicas
Já que não consigo entrar no meu Espaço Parandhan, trackbacks... Citação
4/2/2008 Tara VerdeHá muitos anos atrás, na época do Buda Dundubhisvara, no Universo chamado das Múltiplas Luzes, vivia uma princesa cujo nome era "Lua do Conhecimento de Sabedoria". Era uma discípula devotada e diariamente preparava várias oferendas para o Buda e sua Sangha. Eventualmente ela gerava bodhicitta, a aspiração de alcançar a Iluminação e se tornar um Buda, para poder ajudar todos os seres vivos. Alguns bhikshus vieram a saber disto e correram até ela para tentar convencê-la para dedicar todos os seus méritos que ela havia criado para ela poder nascer como homem. A princesa rejeitou este conselho dizendo: Aqui não há homem, não há mulher, Existe uma história em que Chrenzig (Kuan Yin) havia trabalhado por muito tempo para ajudar os seres sencientes, quando percebeu que ainda restava muitos seres sofrendo no Samsara mesmo depois de ter ajudado centenas de milhares. Começou a chorar e do poço formado pelas suas lágrimas surgiu um lótus e Tara apareceu do lótus, dizendo"Não se preocupe - Eu ajudá-lo-ei." Assim Tara é associada com Chenrezig, como também o Buda Amitabha (ela possuí uma pequena estátua do Buda Amitabha na sua coroa.) A Tara Verde é uma Tara Bodhisattva gentil e sincera. Ela oferece-nos a sua mão para nos elevar a uma montanha de qualidades de iluminação. A dinâmica Tara Verde que supera todos os obstáculos e salva os seres de situações perigosas. Ela é uma divindade encontrada no Budismo Mahayana, mais especificamente no Budismo Tibetano. As crianças Tibetanas são sempre ensinadas para orarem para a Tara por protecção pois ela adora proteger as mulheres e as crianças. Mas a todos são garantidos a satisfação de seus desejos. Tara é a protectora dos fracos e dos oprimidos como também é uma excelente guia para os grandes místicos. Ela é a estrela guia e a protectora actuando nos recantos mais profundos de nossa mente. Ela é a guia e a instrutora de muitos santos, gurus e lamas na tradição do Budismo Tibetano. Ela sozinha pode nos trazer à iluminação. Ao fazer a prática da Tara alcançamos a inspiração religiosa ou experiência mística que tanto procuramos. A Tara Verde é a principal e todas as outras são manifestações dela. As dádivas relativas são , a saber, as coisas mundanas como uma boa casa, um emprego, dinheiro, carro, e assim por diante; como também as dádivas que estão na ordem das experiências místicas e conhecimentos. Se estamos pedindo por isso, podemos visualizar a Tara com a palma da mão virada para cima: esta é a postura de mão das dádivas relativas. Mas na realidade, todas estas dádivas são apenas parte, ou passos, para a dádiva suprema: a dádiva para tornar-se um Buda. Esta é a dádiva suprema, e assim visualizamos a Tara com a palma da mão virada para frente, como está na gravura. Seu rosto é tranqüilo. Seus olhos são sábios e compassionados. Seu olhar contemplativo é como o oceano. Ela olha para cada ser senciente com uma mãe olha para seu filhoTara (que significa "estrela" é um Bodisattva da Compaixão. Ela representa compaixão na acção e por isso sua perna direita da Tara está ligeiramente adiante indicando que ela está pronta para a acção, a qualquer momento, para nos ajudar. A perna esquerda recolhida indica sua renúncia das paixões mundanas. Ela usa os ornamentos que indicam a conquista da perfeição da generosidade, moralidade de alguém quem tomou os votos Mahayana de alcançar o estado de Buda para o benefício de todos os seres. Ela leva os três lótus: um botão, um meio-aberto e um totalmente desabrochado. Isto simboliza desdobramento espiritual; ou que ela, a manifestação corpórea das actividades iluminadas, é a Mãe dos Budas do passado, presente e futuro. Tara está sentada sobre um lótus que é uma linda flor que nasce da lama. No Budismo o lótus representa o caminho que a Mente Iluminada toma a partir da lama do mundo. OM significa os sagrados corpo, fala e mente de Tara. 4/1/2008 Falando sobre Charles Chaplin
Citação do meu Espaço Parandham Charles Chaplin 3/25/2008 Mulher Novilho Búfalo BrancoConta a lenda Sioux que dois homens estavam em uma viagem de caça, quando notaram uma mulher jovem bonita que caminhava para eles. Ela vestia camurça branca e carregava um pacote nas costas. Um dos homens teve pensamento ruim sobre ela, mas no momento que ela chegou, ele repentinamente foi envolvido por uma névoa branca. Quando a névoa se dispersou, do homem sobrou somente o esqueleto. A mulher se dirigiu ao outro homem e disse-lhe para ir para casa e preparar-lhe acomodação. O homem correu para casa e fez exatamente o que ela pediu. Quando a mulher entrou na aldeia dele, ele já tinha completado a tarefa. Ela falou então para as pessoas da aldeia que veio do Céu e estava aqui na Terra para lhes ensinar como viver e como seria o futuro deles. Deu milho às pessoas, ensinou-lhes o uso do cachimbo e as sete cerimônias sagradas. Além disso, atribuiu cores para os quatro ventos ou direções. Ao terminar, transformou-se num bezerro de búfalo branco, depois tornou-se preto, vermelho e por ultimo amarelo, representando as cores das quatro direções. Depois disso ela desapareceu. A Mulher Novilho Búfalo Branco é uma heroína cultural. Foi ela quem trouxe aos Sioux o cachimbo sagrado. Fonte de profundo conhecimento espiritual, é uma poderosa mensageira de “Wakan-Tanka”, o Grande Espírito. Ela mesma é chamada de “wakan”, que pode significar “sagrada” e “poderosa”, além de “antiga”, “velha” e “resistente”. Esta personagem lendária tem a beleza da juventude e a sabedoria da eternidade. 3/15/2008 Olhe ao redor... Clarice Lispector
"Olhe para todos a seu redor e veja o que temos feito de nós. 3/8/2008 Trocando olhares - Florbela EspancaÓ Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada! Como sabes fingir quando em teu peito A tua alma se estorce amargurada! Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente! Quantas e quantas almas endoidecem Enquanto a boca rir alegremente! Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém Doce alma de dor e sofrimento! Paixão que faria a felicidade. Dum rei; amor de sonho e de saudade, Que se esvai e que foge num lamento! 3/1/2008 ESTRELAS - Wagner Borges2/28/2008 RELACIONAMENTOS - Ou tomamos nossas próprias decisões, ou...– Sandra MaiaOu tomamos a nossa vida pelas próprias mãos e com ela nossas decisões e escolhas, ou a vida passa a tomá-las à nossa revelia. E então, vamos ter de aceitar o que vier pela frente - independente do que seja causa ou conseqüência. E isso vale para todo tipo de relação - sejam profissionais, pessoais, familiares e, é claro, as amorosas... Estas, aliás - quero crer - têm um peso maior e provocam uma dor terrível... Uma dor para a qual não há remédio, não há tranqüilizante, não há ombro amigo que agüente... Só mesmo o tempo para cicatrizar. E quantas vezes estamos prontos para aguardar esse tempo - dignamente!? Poucas, eu diria. Quando sofremos uma dor de amor, nos esquecemos disso tudo e "enfiamos mesmo o pé na jaca". Depois, é verdade, saímos correndo atrás do prejuízo. Mas quase sempre já é tarde demais... Outras vezes, nos sentimos tão pressionados pelo tempo, pelo relógio biológico, por alguma crença interna, pelos outros, pelo mundo, que decidimos decidir tudo rapidamente. E, então, caímos na mesma armadilha. Decidimos sem pensar. Sem colocar alma. Sem consultar o coração. E então, de novo, adoecemos de amor! Deixamo-nos reagir e, meio que de forma explosiva, colocamos tudo a perder. Então, o que fazer?! Decidir ou não decidir? Agir ou não agir? Eis a questão! Qual será a escolha!? Bem, o melhor mesmo é agir. Quando agimos temos - pelo menos em parte - controle sobre o que vai dentro. Podemos nos preparar, projetar como será o futuro, calcular o que vamos necessitar para viver nesse novo formato - dar-nos expectativas... Podemos, por fim, nos preparar para viver de uma maneira totalmente diferente! E toda vez que nos permitimos agir dessa forma - com antecedência, com calma, com equilíbrio -, acabamos por fazer um balanço da nossa vida - do que temos, do que não temos, do que queremos e sonhamos... E, então, sair de uma relação, entrar em outra, não ficar com nada ou brigar por tudo passa a ser nosso! Nossa opção para o momento. E, por isso, a escolha sempre nos remete à VIDA, ao AMOR, à VERDADE. Tenho a certeza de que em qualquer situação o agir nos possibilita viver o ser. Exercitar nosso livre arbítrio, nossa individualidade, nosso querer, nosso gostar. Conseqüências Permite-nos ainda manter a nossa saúde emocional, nossa integridade, nossa vontade... E, nesses casos, é fato que tenhamos também que administrar as conseqüências. Sejam elas positivas ou negativas - precisam ser analisadas com muita paz e lucidez -, elas demandam consciência, realidade. É, afinal, esse olhar expandido, esse coração aberto, essa alma presente - que nos permitirá partir para um novo momento, uma nova etapa de cabeça erguida. Esta semana, conversando com um amigo que acabara de perder sua companheira - por, segundo ele, um motivo "banal" - dizia: Sandra foi melhor assim! E então me senti quase como num enterro... Não no enterro da companheira, mas no enterro dele - que morria ali para renascer com uma nova perspectiva, uma nova oportunidade... O luto, nesse caso, precisa mesmo ser vivido e cada um tem o seu tempo. Uma coisa só é certa, ele passa. E então, florescer novamente se torna só mais um passo no aprendizado... E, nesse processo de novas decisões e escolhas, nasce uma oportunidade de crescimento e transformação. 2/25/2008 O VALOR DA AUTO-ESTIMA - Rosemeire Zago - Psicóloga jungiana.O que mais dificulta a busca de algo que se quer é o nível da nossa auto-estima.
A auto-estima, juntamente com o amor-próprio, é a base para o ser humano. É a cura para todas as dificuldades e sofrimentos. E mais, é a cura para todas as doenças de origem emocional e relações destrutivas. A auto-estima começa a se formarna infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Ou seja, as experiências do passado exercem influência significativa na auto-estima quando adultos. Perde-se a auto-estima quando se passa por muitas decepções, frustrações, em situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada que faz. O que abala não é só a falta de reconhecimento por parte de alguém, mas principalmente a falta de reconhecimento por si próprio. Quando a auto-estima está baixa a pessoa se sente inadequada, insegura, com dúvidas, incerta do que realmente é, com um sentimento vago de não ser capaz. Não acredita ser capaz de ter alguém que a ame, de fazer aquilo que quer, de se cuidar, desenvolvendo assim um sentimento de insegurança muito profundo, desistindo facilmente de tudo que começa. Como ela mesma não se ama, se sujeita a qualquer tipo de relação para ter alguém ao seu lado, tornando-se dependente de relações destrutivas e não conseguindo forças para sair delas. Vale lembrar que esse processo acontece inconscientemente. A pessoa não tem consciência do por que está agindo assim, apenas sente o sofrimento que pode se expressar em forma de angústia, dor no peito, choro, pesadelos, vazio, agressividade, depressão, punição, doenças. Culpam os outros pelos próprios erros, encaram todas as críticas como ataques pessoais e tornam-se dependentes de relações doentes. O maior indicador de uma pessoa com baixa auto-estima é quando sente intensa necessidade de agradar, não consegue dizer "não", busca aprovação e reconhecimento por tudo o que faz, sempre querendo se sentir importante para as pessoas, pois na verdade, não se sente importante para si mesma. Com isso, se abandona cada vez mais. A auto-estima também influencia a escolha dos relacionamentos. Aqueles com elevado amor-próprio em geral atraem pessoas com a mesma característica, gerando uniões saudáveis, criativas e harmoniosas. Já a baixa auto-estima acaba atraindo ou mantendo relacionamentos destrutivos e dolorosos. Quando há amor-próprio não se deixa envolver nem manter relações destrutivas. Há também uma relação direta e muito importante entre desempenho profissional e auto-estima, mas esse é outro assunto. A auto-estima influencia tudo que fazemos, pois é o resultado de tudo que acreditamos ser, por isso o autoconhecimento é de fundamental importância para aumentar a auto-estima. Ou seja, confiar em si mesmo, ouvir sua intuição, acreditar em sua voz interior, respeitar seus limites, reconhecer seus valores, expressar seus sentimentos sem medo, sentir-se competente, capaz e se tornar independente da aprovação dos outros, tudo isso faz com que a auto-estima se eleve. Mas é um processo gradativo que exige trabalho e conscientização. Na verdade, todos estamos à procura de amor. E esse sentimento ainda é o que rege tudo o que buscamos, fazemos e somos. Principalmente o amor por si mesmo, que é a base da construção da auto-estima. Que tal reconstruir a sua? Rosemeire Zago - Psicóloga jungiana. 12/22/2007 Um Natal Diferente11/29/2007 Dante Alighieri"El alma para amar ha sido creada, mas se complace en cosas pasajeras, cuando por los placeres es llamada."
"Hay un secreto para vivir feliz con la persona amada: no pretender modificarla."
"Se debe temer sólo aquello que puede perjudicar a otro; lo demás, no, que no da miedo."
"No menos que saber, dudar me gusta más."
"Vuestra fama es como la flor, que tan pronto brota, muere, y la marchita el mismo sol que la hizo nacer de la tierra ingrata."
"Conocerás por experiencia lo salado del pan ajeno, y cuán triste es subir y bajar las escaleras en un piso ajeno."
"Quien sabe de dolor, todo lo sabe."
"El vino siembra poesía en los corazones." 11/13/2007 Poder de criar11/2/2007 Espiritualidade - Walt Whitmann"Quero fazer os poemas das coisas materiais,
10/27/2007 A SIMPLICIDADE - Fabrício Carpinejar
Vivemos em voz baixa, recriminando nossos atos, censurando. Quem não se flagrou falando sozinho, a praguejar uma idéia? Quem não teve a mania de se piorar, para gerar pena e complacência? Quem não se exagerou para recuperar a solidão? Apagamos a simplicidade, o sol assanhado lavando a calçada, os pássaros ajudando as árvores a tirar a camisa, os cachorros com o olhar familiar de mendigos, as pequenas delícias de fazer parte do mistério. Não podemos ter vivido tão errado, tão torto, a ponto de não deixar nada. Não acredito em páginas brancas. Alguma coisa está por baixo. Alguma coisa poderá ser lida com o relevo da claridade. Que minha mulher possa se lembrar dos momentos em que não prestava atenção à alegria para ser a alegria. Que ela possa achar graça, sem a minha ajuda, quando procuro desajeitado as contas na gaveta. Que possa se emocionar de preguiça quando levanto de noite para ver se fechei a casa. Que possa se render quando deito no chão de igual para igual com os filhos a brincar de bolinha do banheiro ao quarto. Que a rotina não seja tudo igual, e sim uma maneira silenciosa de ser diferente por dentro. Que não critique a mãe quando ela recordar da minha infância em público e acrescente um detalhe às lembranças. Que ponha semente no chão, não no lixo, a esperar que uma delas venha a me surpreender com a minha altura. Que possa tocar no assunto com volúpia. Se eu fui afetado, ambicioso e irresponsável, que a ternura me devolva o equilíbrio e peça desculpas distraído, beijando a mão do vento. Que meus amigos tenham confiança em mim e fiquem com vontade de beber mais e conviver mais quando meu nome aparecer na conversa. Que tenha sido um leitor dedicado quando amante, com os olhos fechados pela pressão dos lábios. Que algo que tenha dito de carinho venha aparecer ao lado de um palavrão. Que encontre cartas e cartões em meio aos livros e leia como se fosse a primeira vez que estou os recebendo. Que não seja tolerado, que não seja útil, que seja necessário mais do que sou. Que não volte com conversa abatida de que nada dá certo. Que seja corajoso a dizer o que pensava do que a não dizer o que pensava. Que tenha uma religião, mesmo que seja uma coleção de selos, e acredite que o mundo é um complô de Deus para me proteger. Que tenha companhia no trem, a abafar o apito da porta. Que possa viver desapegado do nome e da condição do nome, como um boi que não se envergonha da terra. Que possa aquecer a cama antes da minha mulher entrar. Que possa aquecer meu corpo antes de minha mulher entrar. Que possa aquecer o que já estava esquecido em mim. 9/9/2007 Deficiências - Mário Quintana"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. "Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. "Diabético" é quem não consegue ser doce. "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus. 8/12/2007 Que faço com a minha cara de índia ? - Eliane Potiguara
E meus cabelos E minhas rugas E minha história E meus segredos ? Que faço com a minha cara de índia ? E meus espíritos Que faço com a minha cara de índia ? E meu Toré Que faço com a minha cara de índia ? E meu sangue Brasil, o que faço com a minha cara de índia ? Não sou violência Eliane Potiguara é escritora indígena, professora, mãe, avó, 54 anos, remanescente Potiguara. É Conselheira do Inbrapi, (Instituto Indígena de Propriedade Intelectual) e Coordenadora da Rede de Escritores Indígenas na Internet e o Grumin/Rede de Comunicação Indígena.
Eliane foi indicada para o Projeto internacional Mil Mulheres Para o Prêmio Nobel da Paz.É uma das 52 brasileiras indicadas.
Defensora dos Direitos Humanos, além de vários Encontros, e criadora do primeiro Jornal Indígena e Boletins conscientizadores e cartilha de alfabetização indígena no método Paulo Freire com apoio da Unesco, organizou em Nova Iguaçu/RJ, em 91 outro Encontro inédito e histórico, onde participaram mais de 200 mulheres indígenas de várias regiões, tendo como convidados especiais a cantora Baby Consuelo e vários líderes indígenas internacionais. Organizou vários cursos referentes à Saúde e Diretos reprodutivos das mulheres indígenas e foi consultora de outros encontros sobre o tema. 7/28/2007 Gracias a la vida - Violeta ParraGracias a la vida
Obrigado à vida
Violeta Parra, poetisa chilena, contemporânea, que nos dá uma amostra magistral de um poema no qual conseguiu entrelaçar o canto de amor ao homem amado junto ao canto pela espécie humana e pela vida. As palavras se encontram e se mesclam em uma só intensidade, em um momento de felicidade e exaltação.
Violeta Parra toma da natureza o que a natureza nos deu de mais precioso – os sentidos, e os transforma, os eleva através da beleza da comparação entre a natureza e o homem amado. Violeta Parra nos faz captar o mundo através dos sentidos e depois, com uma sutileza de linguagem, com uma enorme capacidade de representação, ela os transforma, os organiza e nos devolve plenos de matizes através de seu bem-amado. Assim é "Obrigado à vida" (“Gracias a la vida”)
Compõe canções, décimas, música instrumental. É pintora, escultora, bordadeira, ceramista, com "tudo que existe", passando, na medida de seu humor, de uma técnica criativa a outra.
Inaugura o Centro de Arte, grava discos de música instrumental. Viaja à Bolívia, em 1966, onde canta com Gilbert Favré. Também oferece concertos em regiões do sul do Chile, continua gravando acompanhada de seus filhos. Regressa a Santiago para continuar seu trabalho na Carpa, escrevendo ali suas últimas canções, acompanhada do músico uruguaio Alberto Zapicán.
Num país de poetas universais como Neruda, Mistral e Huidobro, Violeta alcança um patamar internacional com textos de origem popular em que não são raras as décimas e as rimas de sabor ingênuo, mas eivados de uma ironia mordaz, de um certo anti-clericalismo e um sentido de protesta visceral. Musa da juventude revolucionária do século passado, continua celebrada por cantores e estudiosos das letras de nosso continente. Sua poesia, aparentemente tão simples, é de difícil tradução por causa das rimas, das expressões telúricas, pelas referências históricas geograficamente confinadas, pelo ritmo musical tão peculiar. Atrevo-me a traduzir um de seus poemas conservando, até onde foi possível, o espírito e a verve da autora.
Violeta Parra suicidou com cinqüenta anos, no dia 5 de fevereiro de 1967. Três anos mais tarde, foi editado o seu livro Décimas, pelo irmão Nicanor.
7/15/2007 SE VOCÊ QUISER CRESCER"O destino destina, e eu faço o resto."
"Caminhante, não há caminho; o caminho se faz ao andar." "Vem vamos embora..., quem sabe faz a hora, não espera acontecer..." "Se você não gosta do que está recebendo, preste atenção no que está emitindo." "Se você continuar fazendo o que sempre fez, continuará obtendo o que sempre obteve." "Para entender o que acontece com você, é necessário perceber as crenças que estão regulando sua vida." "É preciso reconhecer as crenças que estão governando sua vida e mudá-las." "Sinto muito, mas é assim que eu sou... Sempre fui assim... Não vou mudar agora..." é um lema fácil e um auto-engano a que você pode recorrer se não quiser crescer. "O homem é, não o centro estático do mundo - como ele se julgou muito tempo - mas o eixo e flecha da evolução. "Já que não podemos ser Deus, podemos querer ser o melhor de sua criação". |
|
|